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EEA GRANTS.

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Como forma de promover um contínuo e equilibrado reforço das relações económicas e comerciais, as partes do Acordo do Espaço Económico Europeu estabeleceram um Mecanismo Financeiro plurianual, conhecido como EEA Grants, através do qual a Islândia, o Liechtenstein e a Noruega apoiam financeiramente os Estados membros da União Europeia com maiores desvios da média europeia do PIB per capita, onde se inclui Portugal.

Dentro dos objetivos gerais dos EEA Grants, surgiu a oportunidade de criar um projeto de Gestão da Bacia Hidrográfica do Rio Ceira para responder às Alterações Climáticas. Este projeto visa melhorar a resiliência e a capacidade de resposta às alterações climáticas em áreas selecionadas, através de medidas concretas de adaptação às alterações climáticas, a nível local.

Assim, esta iniciativa tem três componentes principais:

Hidrológicos

A componente hidrológica visa caracterizar o comportamento da bacia, incluindo a avaliação de caudais e a implementação de um sistema de monitorização, de forma a minimizar os efeitos de eventos extremos (cheias e secas). Para tanto, propõe-se a criação de um programa de monitoramento de vazão;

Ecossistêmicos

A componente dedicada aos ecossistemas visa reforçar o papel da infraestrutura verde na adaptação às alterações climáticas. O projeto visa reabilitar ecossistemas e seus serviços, aumentando sua resiliência às mudanças climáticas. A reabilitação e proteção da bacia hidrográfica é essencial na adaptação às mudanças climáticas neste projeto;

Culturais

A componente sociocultural é um fator chave na sensibilização das populações para as alterações climáticas. O envolvimento da população local será baseado na preservação de alguns elementos históricos. A aposta na recuperação das boas práticas tradicionais, com destaque para o potencial dos River Watchers (uma antiga prática agora abandonada), é um aspeto visível de um novo modelo de governação baseado na proximidade.

É na componente cultural que a criação do Parque Patrimonial entra

 

Entidade gestora do projeto: Lousitânea – Liga de Amigos da Serra da Lousã

Entidade financiadora: EEA Grants, Fundo investimento ambiental promovido pela Islândia, Liechtenstein e Noruega + Ministério do Ambiente e Ação Climática

Promotor: Agência Portuguesa do Ambiente (APA)

Parceiros: Câmara Municipal de Arganil, Câmara Municipal de Góis, Câmara Municipal da Lousã e Câmara Municipal de Pampilhosa da Serra, CIM- RC (Comunidade Intermunicipal Região Centro) e a DSB (Direção Norueguesa para a Proteção Civil)

Financiamento: 92.250€, valor com iva incluído.

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