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Pequena Rota Central Hidroelétrica de Carcavelos

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O percurso começa na ponte real de Góis e passando pela capela de São Mártir, seguimos em direção à praia fluvial do Pêgo Escuro pelos passadiços do Rio Ceira.

 

No Pêgo Escuro, passando pelo moinho de azenha ( o único em funcionamento do rio) pela encosta da Esquerda seguiu-se um pequeno trilho até às fragas de Carcavelos. Depois das fragas, tem que continuar em frente subindo um muro de contenção até chegar ao local de travessia do rio numa ponte de escadas.

Seguir o único caminho existente até à igreja matriz de Góis ( onde podemos encontrar o túmulo de Don Luís da Silveira).

 

Ao seguir em frente pelo bairro do Terreirinho, descer na rua dos Figueirais até novamente ao rio Ceira, na praia fluvial da Peneda. Virando para o lado esquerdo em direção à ponte o trilho termina depois da esplanada da Avó Thomazia debaixo da ponte real onde é o início. 

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As características mais relevantes

Neste percurso o principal ex-libris é o Rio Ceira, mas este PR têm a sua maior valência pela história da Central hidroelétrica na vila de Góis. A Central Hidroeléctrica de Carcavelos foi construída, com o objetivo de fornecer energia elétrica a uma fábrica de papel existente em Góis. A produção de energia foi mais do que suficiente para a produção de papel, pelo que o seu proprietário optou por ceder o excedente à vila de Góis, antes mesmo da capital de distrito Coimbra ter acesso a energia elétrica. Esta Central assegura ainda a produção de energia hidroéletrica para a Vila de Góis. O resultado médio de energia produzida, ronda os 191kw/h, podendo atingir os 550kw/h.A Central Hidroelétrica de Carcavelos, apesar de existir há mais de um século, continua em atividade e é propriedade da EDP. Foi construída por Francisco Inácio Nogueira

Pequena Rota Nascente do Ceira

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O percurso tem uma estimativa de 8.14 km. É um percurso circular, começando e terminando na piscina natural da aldeia de Malhada Chã.

O objetivo deste percurso é dar a conhecer onde começa o leito deste grande rio.

O percurso acompanha os antigos trilhos que os habitantes locais faziam para trabalhar nas minas da Panasqueira, até à última eólica da cumeada do pico da cebola( maior ponto da serra do Açor).

Depois de cruzar com a linha da nascente do rio Ceira sobe para o cabeço do Gondufo. Desde este Ponto panorâmico para a Nª Sraª das Necessidades, descemos pela linha das eólicas até à Quinta do Valeiro em Malhada chã, terminando assim o trilho na Piscina Natural da Malhada Chã.

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As características mais relevantes

Neste percurso o principal ex-libris é o Rio Ceira, mas este PR têm a sua maior
valência pelas vistas panorâmicas para a Serra da Estrela, Torre e aldeia de Sobral
de São Miguel e o cabeço do Gonfundo.
Além das vistas panorâmicas, temos de ressaltar a quinta de Valeiro, a primeira
presença edificada pelo Homem no rio ceira ainda ativa pelos habitantes locais e
os seus rebanhos de cabras.

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